A partir das reflexões da autora Adriana Hoffmannn sobre sua pesquisa de doutorado gostariamos de enfatizar o que nos chamou atenção neste texto: O dialogo ocorrido entre a autora e a criança, sobre o que se escreve na escola. Entendemos que a escola pouda o aluno, delimita seus conhecimentos com atividades pré estabelecidas, é necessario compreendermos que o aluno traz conhecimentos e com ele experiencias que a escola pode aproveitar em sala, numa redação por exemplo por que não dar liberdade a temas do cotidiano da criança? Por que não levar em conta outras fontes de conhecimento que ela traz? A criança tem e pode contribuir com o que sabe em sala, e o professor deve estar atento a essa fonte de contribuição que tem em mãos, e não ser apenas aquele que transmite o que está pronto, mas ser instigador, provocador, aquele que dá espaço a novas idéias.
DULCI MARI E KATIELLE
DULCI MARI E KATIELLE
As observações levantadas pelas colegas são pertinentes. Faz referência ao modelo de produção e transmissão de conhecimento que vem sendo empregado há décadas no ensino e porque não dizer na educação como um todo. No entanto, esse modelo é centralizador e, de certa forma, incentiva a passividade. Pouco provoca e fomenta as discussões e também colaboração entre os envolvidos no processo de ensino-aprendizagem. Faz-se necessário, portanto, conforme apontado no texto, o despertar de todos para o desenvolvimento de um modelo que democratize o processo de ensino-aprendizagem. Que incentive e valorize a participação e colaboração de todos os envolvidos.
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