Falar sobre infância na contemporaneidade nos remete a refletir a respeito das produções das crianças a partir de desenhos, filmes, programas televisivos..., onde as suas brincadeiras são reflexos do que elas têm acesso nas mídias com o seu cotidiano. A significação do que elas compreendem aparecem com a produção e não apenas com a recriação, mas contextualizando essas produções com a interação e socialização a partir do objeto ou do conteúdo em questão.
Mas, infelizmente, as produções realizadas pelos alunos não são bem vistas pela escola. Alguns educadores e/ou a própria instituição de ensino não aceitam a interação entre a cultura letrada e cultura da imagem, pois ainda, valorizam a escrita de forma convencional, dificultando a criatividade do aluno e sua autonomia na produção, mostrando pouco interesse ou nenhum na possibilidade de fazer interação entre as várias produções que os alunos fazem e as que são exigidas pela escola, por isso é importante pensar em algo que possibilite o interesse do aluno em estudar e consequentemente melhore o seu desenvolvimento. Uma dessas maneiras é trazer para dentro da escola, da sala de aula recursos que contribuam para a produção dos alunos também no âmbito das atividades escolares e de sua valorização enquanto produtor.
SELMA E MÔNICA.
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