domingo, 9 de outubro de 2011

E o uso das tecnologias na educação, o que tenho haver com isso?

Ao refletir sobre os textos de André Lemos e Pierre Lévy e poder relacioná-los com a educação, pude perceber através do que se tem apresentado no cenário educacional atualmente, de um lado acontecer uma desvalorização da inteligência do educando e de outro existir uma busca incessante de alguns educadores para fazer valer o conhecimento do educando no processo de ensino/aprendizagem.

Poder adentrar nessa reflexão, no questionamento do que é inteligência e de quem é inteligente, me faz parar para recordar situações de total desvalorização do saber tanto interno quanto externo ao ambiente escolar do educando. Que para a escola aparece muitas vezes como um indivíduo sem passado e infelizmente sem futuro, porém com a utilização do ciberespaço para ampla divulgação da inteligência, muitos dos que são marginalizados pela sociedade gritam em letras maiúsculas que tem passado e sua historia está viva, seu presente é mutável e seu futuro uma grande descoberta.

Diante disso cabe ao educador, a escola, a educação utilizar-se da voz e da vez das mídias digitais, por exemplo, onde o individuo é receptor e autor das informações, é o protagonista do enredo, transforma, modifica o cenário e deixa a mostra para todos às suas necessidades, informações, conhecimentos, sua inteligência.

É legal perceber que somos todos meio, sempre meio para alguma coisa ou para alguém assim como as tecnologias, somos parte do processo, mas parte sempre em construção de algo melhor ou pior isso fica a critério e a ponto de vista. Contudo precisamos ser sempre protagonistas sociais para que se valorize e divulgue por toda parte nossas inteligências, o que somos e o que queremos, neste caso especialmente ao se falar em educação.

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