Comentário
O autor do texto, André Lemos, trás em linguagem simples a evolução das vias da comunicação, a passagem do modelo informal da comunicação para o modelo da comunicação informatizada, mostrando também que o modelo informal estabelece uma relação direta entre o homem e o mundo.
Outra fala importante do autor é sua afirmação de que a comunicação de massa não constitui uma comunidade, antes, dirigi-se a diversas comunidades do espaço público (a massa). O seu alvo central aqui é a da televisão; a tecnologia, que foi durante a modernidade um instrumento de racionalizar e de separação, parece transformar-se numa ferramenta convival e comunitária.
Diante de tais afirmações nascem alguns questionamentos, como: qual o impacto provocado na Cibercultura? Já que os grandes meios de comunicação estão configurando o tecno-social; com a crescente informatização tem influenciado a sociedade, mas, esses conteúdos têm levado a sociedade a ler menos (livros), e tornando-se individualista, sem muito contato físico. Será que todo esse aparato tecnológico vale apena? Até onde a Cibercultura é positiva?
“Talvez estejamos buscando, pelas tecnologias, uma nova forma de agregação social (eletrônica, efêmera e planetária)”. Concordo com essa citação de André Lemos, não que toda tecnologia tenha somente pontos negativos, mas que não devemos colocar os aparatos tecnológicos em lugar das praticas de sociabilidade.
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